Uma História, uma só paixão

3 de outubro de 2020

Sobe o Hino, Segue o Líder...

 A décima terceira rodada do Brasileirão 2020 se aproxima e por mais uma vez o Maior de Minas segue invicto com grandes resultados nas últimas três rodadas.

                                                                                      

Segundo o MG.SUPERESPORTES a campanha do GALO é uma das melhores de todo o Brasileirão, com números extremamente satisfatórios, tudo isso graças ao grande trabalho de Jorge Sampaoli e seus atletas.

 

Conforme o site descrito acima, o time do Atlético lidera as estatísticas ofensivas do Campeonato Brasileiro. Com o melhor ataque, em 11 jogos disputados, o Campeão do Gelo balançou as redes 21 vezes com média de 1,9 gols por jogo. A única vez em que, não marcou gols, foi na derrota contra o Internacional por 1 a 0. Com vitórias em 8 partidas de 11 disputadas o Galo Doido tem uma taxa de 72,73% de jogos ganhos.

 

De acordo com SofaScore site de estatísticas de futebol, o Gigante de Minas se destaca nas finalizações (de 146/68 foram no gol) e roubadas de bola(59x com 4 resultantes em gol), e quem é um apaixonado pelo desporto, sabe que, para um time chegar aos gols é necessário finalizar bastante e também matar as jogadas dos adversários com roubadas de bola.

 

Enfim, só nos resta esperar que o Atlético MG mantenha essas estatísticas elevadas durante essa campanha, para no final da temporada podermos comemorarmos mais um título e por fim erguer o tão sonhado Caneco do Brasileirão 2020.


(Nathan em uma finalização contra o Corinthians)


2 de outubro de 2020

O menino e sua paixão pelo Galo

       Como explicar um sentimento verdadeiro, algo que nasce dentro de nós e vai crescendo independentemente de vitórias ou derrotas? Não existe explicação para o amor, ele surge e preenche nossos vazios, nos motiva e nos conforta. 

Minha relação com o Clube Atlético Mineiro se iniciou em 2011, antes disso eu não assistia a quaisquer jogos que passavam, para falar a verdade, nem gostava muito. Minha família toda torcia para outro time, portanto quase nunca tive acesso aos jogos e principalmente à energia da torcida atleticana tão apaixonada, mas tudo mudou quando eu vi o Galo jogar, mesmo não fazendo uma boa campanha e terminando o ano em 15° lugar no Brasileirão, senti algo me levando a esse time. A torcida. 

Nunca tinha sentido isso antes, essa energia, essa vontade de ser reconhecido e provar que o lugar que o Galo merece é estar sempre brigando por títulos. É por esse carinho, essa garra, fui me apaixonando pelos jogos e passei a acompanhar sempre que possível, ficando com raiva nas derrotas, muitas vezes injustas, e alegre pelas vitórias.

Foi em 2013 que percebi que o Atlético Mineiro era muito mais do que meu time do coração, mas sim um exemplo a ser seguido. Superação, fé, a capacidade de dar a volta por cima, mesmo em situações muito difíceis. “Eu Acredito!” também virou o lema da minha vida. Toda vez que me recordo dos jogos, eu penso que posso vencer os obstáculos da minha vida. Foi aí que eu entendi que o fato de eu amar tanto o Atlético foi porque ele me mostrou que eu posso vencer os meus problemas. Que sou capaz. Que se eu sonhar e acreditar, posso ir muito longe. 

                                                                  R. S. Pires

Minha autoestima melhorou muito, estava feliz, me tornei sócio torcedor para retribuir o que o Galo me fez, e esse ano foi abençoado ao ir pela primeira vez ao Mineirão para ver o Galo jogar e ganhar de seu maior rival. Sou feliz por ser atleticano, mesmo que para o Galo tudo tem que ser mais difícil, mas isso serve só para nos lembrar de que não devemos desistir do que sonhamos. 


Bruno Cantini/Atlético



30 de setembro de 2020

Abstinência alvinegra

 

Nessa quarta-feira desfila tricolor, desfila colorado, desfila rubro-negro. Desfila alvinegro também, mas não o meu, não o meu Galo.

Alguém que desconheço disse certa vez que a vida era o intervalo entre os jogos do Galo. Achei bonito, mas logo em sequência discordei. O Galo ainda vive nesse intervalo chamado vida e o atleticano não, ele simplesmente existe. Existe pensando no próximo não-intervalo, na próxima dose desse alucinógeno que nos tira todas as dívidas, todos os compromissos, todos os sofrimentos. Que nos tira alguns choros e nos põe outros. Que nos entorpece por 105 minutos e nos brinda com 2 ou 3 minutinhos mais.

É um escancaro esse time nos brindar com uma só partida por semana. Não dá pra brigar de um domingo a outro com essa ansiedade leão, que me faz procurar as pontas de cigarro, ou melhor, de Galo, como um viciado. A tecla F5 já não funciona mais, os meus compromissos não se resolvem sozinhos e a minha mente já não trabalha como antes. Foi ocupada pelo MSG (Movimento dos Sem Galo).

Sem o Galo eu fico por uma semana e depois de mais um não-intervalo penso que talvez seria melhor ter ficado sem ele por mais outra semana e 5 minutos depois mudo de opinião. No dia seguinte canto todas da Galoucura no banho, inclusive as mais antigas, e o processo chamado vida se repete novamente.

Mas apesar dos pesares e graças ao bom Deus, os outros times estão se matando no meio da semana, enquanto a gente treina para destruí-los no fim. Assim, eu posso até aceitar essa abstinência em preto e branco.

Foto: Nidin Sanches





31 de agosto de 2020

GALO CAMpeão pela 45° vez do Mineiro

Ontem, o maior Clube de Minas, o Atlético, consagrou-se CAMpeão do Campeonato Mineiro pela 45° vez. Reformulado, doido e imbatível, o nosso GALO atropelou todos os adversários e foi protagonista da competição.

Jorge Sampaoli, técnico com apenas 12 jogos à frente do Atlético, pode comemorar o primeiro título pelo clube, e também a taça inicial em sua passagem pelo futebol brasileiro, onde está desde 2019. Ele se tornou o homem de confiança da equipe, instruindo cada um de nossos jogadores e garantindo o ajuste da equipe quando mais precisamos.

Sampaoli coordenou um processo de reformulação da equipe. Daquele time titular contra o Villa Nova, na estreia do argentino, apenas quatro se mantiveram na equipe inicial diante do Tombense. Apesar das grandes mudanças, todos seguem apoiando o bom trabalho do mesmo. Nas redes sociais, surgiram os devotos do “Sampaolismo”.

Bom, seguidores do treinador ou não (se é que há alguém que não aprova o estilo de jogo do mestre), a certeza é de que a torcida atleticana está em festa. O GALO segue como maior vencedor da competição e ampliou a diferença para o ex-rival cruzeiro série B, que soma 39 conquistas, incluindo o título de 1926, que foi dividido com o Atlético, mas não é reconhecido oficialmente pela Federação Mineira de Futebol (FMF). 

O Atlético não vencia o Mineiro desde 2017, quando bateu o nosso ex-rival na final. Partida esta, na qual eu estava presente. Meu primeiro jogo no Independência... Sentindo o calor da nossa torcida, os gritos, as músicas e tudo terminando da forma mais feliz possível.

Inclusive, por falar em torcida, aquilo que mais desejei, ontem, foi isto: estar entre os meus, poder comemorar este título de perto, carregar a bandeira nas costas e abraçar cada desconhecido que estivesse por perto. Mas, são tempos difíceis, né? Aguardemos esperançosos que tudo volte ao normal! E, até lá, seguiremos apoiando nosso GALO de nossas casas!!


g
(Agência I7 /Mineirão)


6 de junho de 2020

E as camisas femininas, Atlético?

Outra coisa que eu também discuti essa semana foi sobre as camisas femininas do Atlético.
Um amigo me disse que o Atlético não coloca variedade de camisas disponíveis pra nós, mulheres, porque nós compramos poucas camisas. Minha gente, isso é um absurdo!
Eu, como mulher e torcedora atleticana, estou revoltada. No site do Atlético, na maioria das vezes que entro, só encontro camisas tam G e GG. Se eu acessar lá em 2020 ou em 2060, eu vou me deparar sempre COM AS MESMAS CAMISAS.
O Atlético não tem variedade de manto quando o assunto é satisfazer a torcida feminina. Não tem. Eu compro camisa e eu posso falar isso. Ainda foi discutido que uma vendedora da loja do GALO, disse que as mulheres só "olham" e não compram. Não somos obrigadas a comprar aquilo que não gostamos. Ele ainda acrescentou que mulher não entende de camisa de jogo. Nós entendemos, sim, só que somos um público exigente.
Se o Atlético quer vender camisa pra torcida feminina, que faça algo bonito, que faça algo diferente, que coloque os tamanhos que nós realmente usamos, que façam um produto destinado A NÓS. Não a mesmice que sempre encontramos nas lojas.
Como o Atlético quer vender produto feminino, faça, então, um produto pro público feminino. Não produza as camisas de sempre, com tamanhos limitados.
E se você, homem, disser que as possibilidades são as mesmas tanto pra nós, quanto pra vocês, peço que reavaliem o conceito e qualquer outra coisa que venha me dizer. Respeito à torcida feminina do GALO! É o mínimo que eu peço.

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