Uma História, uma só paixão

1 de setembro de 2018

Cê é bonita demais!

Meus caros amigos, já é hora de voltar. A alma resolveu falar do meu lar justo em um texto pra faculdade. Tive a necessidade de compartilhar com vocês e aí vai:

Cheguei. Cê é bonita demais mesmo! Quem me vê com os olhos tão promissores acha que é a primeira vez que eu piso aqui. Tão enganados.

Cê é bonita demais!
Será que cê faz sotaque mineiro ficar mais forte?
Eu ando, ando, ando e só consigo sorrir. Acho que é porque meu coração fica tão feliz com você que ele nem consegue disfarçar.
Cê é bonita demais!
Vejo um dos meus logo ali. É minha gente! Tem bandeira nas costas e tá envolto num manto preto e branco. Sorrio de novo. Coração palpita. Aquele calor parece tomar conta de mim.
Cê é bonita demais!
Sigo em frente. Tem tanto prédio grande aqui. Será que tem gente que se incomoda em olhar lá em cima? Se eles se incomodarem, são uns bobos! Eles mal sabem que no fim de cada prédio seu tem um céu tão bonito… Modéstia parte, prefiro quando ele não tem cor azul. Mas cê sabe por que, né?
Cê é bonita demais!
Tem um casal logo ali na Afonso Pena que está aos beijos. Será que ela veio do interior e ele andou horas de metrô só pra encontrá-la? Será que os dois amam este lugar e querem viver aqui pra sempre? Sei não. Mas daria uma boa história.
Cê é bonita demais!
Coreto do Parque Arrepio Municipal. Acho que é porque meu outro amor foi fundado aqui, por isso eu sempre coloco esse “arrepio” aí no meio. Sinto-me em casa.
Cê é bonita demais!
Acho que se cê pudesse se expressar agora, cê diria:
– Obrigada por estar feliz aqui, Thaís.
Sabe por que cê diria isso, Belo Horizonte? Porque você e o Atlético foram os únicos amores recíprocos dessa jovem escritora aqui. E sabe por que mais?
Porque cê é bonita demais!
Foto: Agência i7
Foto: Agência i7


Foto: Agência i7

12 de agosto de 2018

Em jogo de Independência lotado, Galo vence Santos mantendo a tradição da “Lei do ex”

FOTO: GOOGLE IMAGENS


A temida 'lei do ex' fez outra vítima na manhã deste domingo de Dia dos Pais, no Independência. Com passagens pelo Santos em 2003 e entre 2015 e 2017, Ricardo Oliveira foi às redes duas vezes no segundo tempo e garantiu a vitória do Atlético por 3 a 1 sobre o ex-clube, em partida válida pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Num Independência lotado com 22.062 torcedores, os donos da casa abriram o placar logo aos 7' do primeiro tempo, com belo gol de Elias. Aos 26' da etapa inicial, Gabigol aproveitou vacilo da zaga mineira para empatar. Ricardo Oliveira, duas vezes, decretou a derrota do Santos de Cuca.
Com a vitória, o Atlético sobre, ao menos parcialmente, para a quarta posição, com 30 pontos. O Santos, por sua vez, ‘estaciona’ nos 18, no 16º lugar, e corre o risco de voltar à zona de rebaixamento da Série A.
Na volta ao Horto, Cuca sofreu com uma arma que tanto o fez feliz entre 2011 e 2013: gol no início do jogo. Os primeiros minutos foram de pouca técnica e muita vontade. Quando Tomás Andrade conseguiu aliar essas duas virtudes, o Atlético abriu o placar.
Aos 7’, o argentino, novidade no time titular no lugar de Luan,  recuperou a bola de Victor Ferraz no meio campo, ganhou território e passou com precisão. Elias recebeu e, de fora da área, acertou um belíssimo chute rasteiro, no canto direito de Vanderlei: 1 a 0 e explosão dos mais de 22 mil torcedores que lotaram o Independência.
Atrás no marcador, o Santos começou a se soltar logo após sofrer o gol. As ofensivas do time visitante, entretanto, eram previsíveis: sempre pelas pontas, com Rodrygo e Bruno Henrique acionados frequentemente. E foi justamente dessa forma que o empate saiu.
Rodrygo avançou pela direita, venceu a marcação de José Welison e apareceu em boas condições já dentro da área. O jovem atacante de 17 anos cruzou, a bola bateu na zaga do Atlético e sobrou para Bruno Henrique na esquerda. O atacante cruzou rasteiro para Gabigol, que livre e em excelente condição de finalizar, não perdoou: 1 a 1, aos 26’.
Com Nathan centralizado e Tomás Andrade - que tem características de centralizar as jogadas, aberto pela esquerda, o Atlético buscava o jogo pelo meio. Foi assim que o jogador emprestado pelo Chelsea quase desempatou em chute de fora da área após passar por três marcadores.
Mais no fim do primeiro tempo, duas boas chances, uma para cada lado. Elias deu belo cruzamento para Ricardo Oliveira cabecear. Vanderlei espalmou para cima, e a bola ainda bateu no travessão. Já nos acréscimos, Dodô, levou perigo à meta defendida por Victor.
O técnico Thiago Larghi mudou o time no intervalo. Cazares entrou no lugar de Tomás Andrade. Com a alteração, o time alvinegro passou a ter mais a bola, que ficara 58% do tempo com o Santos no primeiro tempo, mas pecava pela falta de criatividade. Diante desse cenário, Luan foi acionado para entrar na vaga de Nathan logo aos 15’.
Cuca também mudou o Santos: Léo Cittadini e Copete substituíram, respectivamente, Jean Mota e Bruno Henrique. O cenário, no entanto, seguiu o mesmo: Atlético trocando passes em busca de espaços contra um adversário armado para contragolpes. Nesse meio tempo, Gabigol recebeu na área e caiu após contato de Leonardo Silva. O árbitro Rodrigo D'alonso Ferreira (SC) não entendeu como pênalti.
O gol de desempate saiu de forma muito parecida com o primeiro da partida. Aos 25’, Rodrygo foi desarmado no meio. Chará encontrou Cazares na ponta esquerda. O equatoriano colocou na área com precisão cirúrgica para Ricardo Oliveira cabecear no chão, vencer Vanderlei e fazer valer a temida ‘lei do ex’: 2 a 1. O centroavante defendeu o Santos em 2003 e entre 2015 e 2017.
Nos minutos seguintes, o Santos partiu para cima. O time paulista tinha dificuldades para superar a zaga atleticana. Por isso, apostava em jogadas de bola parada. Mas não deu certo. No fim, Ricardo Oliveira aproveitou lançamento, avançou, saiu cara a cara com Vanderlei e tocou por cima: 3 a 1 e vitória garantida para os donos da casa.
As equipes voltam a campo para a 19ª rodada do Brasileirão - a última do returno - no próximo final de semana. A partir das 16h de domingo, o Atlético visita o Botafogo, no Nilton Santos. No mesmo horário, mas no dia anterior, a Vila Belmiro recebe Santos x Sport.
Antes do compromisso pela Série A, o time paulista encarará o Cruzeiro, pela volta das quartas de final da Copa do Brasil. O duelo será nesta quarta feira, às 19h30, no Mineirão. Por ter perdido por 1 a 0 na ida, o Santos precisa vencer por pelo menos dois gols de vantagem para avançar à semifinal no tempo regulamentar. Triunfo por um de diferença leva a decisão para os pênaltis. Qualquer outro resultado garante a vaga aos mineiros.

Galo encara Santos, com mudanças em busca de recuperação

FOTO: GOOGLE IMAGENS



Elenco bastante modificado, quatro pontos conquistados dos últimos 15 disputados, pressão das arquibancadas… O Atlético vive momento de instabilidade após a Copa do Mundo, encerrada em 15 de julho. E, para tentar reverter essa situação, o time tem duelo duro pela frente no Independência, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partir das 11h deste domingo de Dia dos Pais, o adversário será o Santos do técnico Cuca, ídolo do clube mineiro.
Para o reencontro do Atlético com o comandante na campanha do título da Copa Libertadores em 2013, o treinador Thiago Larghi preparou mudanças no time titular. Segundo os treinamentos de quinta-feira e sexta-feira, a tendência é que Luan e Matheus Galdezani deem lugares a Tomás Andrade e Nathan, respectivamente.
Questionado sobre o tema, Larghi justificou: as trocas são para buscar alternativas e, quem sabe, encontrar um time ideal após tantas mudanças no elenco durante a intertemporada. A ideia é tornar a equipe mais ofensiva, especialmente pelo fato de o Atlético jogar em casa. Apesar disso, o treinador não acredita que Cuca armará um Santos defensivo.
Nos cinco jogos de Brasileirão realizados após a Copa do Mundo, o Atlético perdeu três, empatou uma e venceu apenas uma. Da segunda posição, o time alvinegro,  atualmente com 27 pontos ganhos, caiu para o quinto lugar. A distância para a ponta da tabela subiu de quatro para sete pontos. Por isso, a partida contra o Santos é tratada como a chance de iniciar uma recuperação após tropeços seguidos.
Se o momento do Atlético é ruim após a Copa do Mundo, com o Santos não é nada diferente. Em sete jogos disputados desde que a França bateu a Croácia, na Rússia, o time da Vila Belmiro não venceu nenhum. Foram cinco empates e duas derrotas.
O Santos ocupa a 15ª posição da Série A, com 18 pontos. É a mesma quantidade, por exemplo, que a Chapecoense, primeiro time dentro da zona de rebaixamento à Segunda Divisão.

Provável Escalação

Atlético - Victor; Emerson, Leonardo Silva, Iago Maidana e Hulk; José Welison, Elias e Nathan; Yimmi Chará, Ricardo Oliveira e Tomás Andrade Técnico: Thiago Larghi

Santos - Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Carlos Sánchez e Diego Pituca; Rodrygo, Gabigol (Yuri Alberto) e Bruno Henrique Técnico: Cuca

Árbitro: Rodrigo D'alonso Ferreira (SC)

Auxiliares: Helton Nunes (SC) e Thiaggo Americano Labes (SC)

7 de agosto de 2018

Até quando Galo?

FOTO: GOOGLE IMAGENS

Flórida Cup, Campeonato Mineiro, Copa Sul-Americana e Copa do Brasil. Quatro competições que tínhamos tudo pra chegar. O Mineiro foi vergonhoso, pois a vantagem era grande e saímos derrotados. Copa Sul-Americana, segundo o nosso presidente Sette Câmara, “é a segunda divisão da Copa Libertadores”, foi eliminado novamente em um jogo vexatório. Copa do Brasil, “o nosso foco é o Campeonato Brasileiro”, palavras do nosso diretor de futebol, Alexandre Gallo. Perdemos novamente. Aí, eu pergunto, e o Brasileirão?
Com a paralisação das competições para a Copa do Mundo, o time estava em segundo lugar do Campeonato Brasileiro, que é o “foco” do Clube. Durante esse período de paralização e mesmo antes, vimos jogadores importantes deixarem o Alvinegro, e chegarem jogadores que não são do nível que perdemos. Mas, e o foco?
Ontem, naquele jogo de paralizações, devido à chuva e depois um apagão no estádio, novamente aconteceu o de sempre. Por erros, no sistema defensivo, tomamos mais um gol e sob vaias e gritos de “burro”, o time deixou o gramado.
Infelizmente sou obrigada a reconhecer que o nosso técnico não tem culpa. O que ele pode fazer se não temos peças? Vende um lateral, busca um de série C; um volante chega dois que não supre o que se foi; se vão os atacantes, e traz uns cinco que não vale meio do que estava jogando. Reconheço que o Larghi tem um pouco de culpa sim, porque é ele quem escala, mas como, se olha para elenco e vê peças que não repõe o que perdeu.
Sinceramente fica difícil não vaiar, não chamar de “burro”, não xingar. O que vemos é um declínio de elenco. O Clube e os jogadores pedem apoio, que a torcida compareça. Ok, tá lá. 22 mil pessoas, aproximadamente, no jogo de ontem, sob chuva de granizo e o time falha novamente.
Onde estão errando? É nas contratações? É no técnico? Creio que não. É falta de preparo físico? Talvez. Ah! Um amigo disse, mas o nosso time todo tá no departamento médico. Peraí. No DP, temos o Gustavo Blanco, o Adilson e o Fábio Santos. Jogamos com 11, e só três estão lá. Tem algo aí que não tá batendo.
É por isso que pergunto: até quando? Este ano já viramos sinônimo de deboche do país inteiro. Até os narradores e comentaristas perguntam o que está acontecendo dentro do Atlético.
Até quando vamos ficar presenciando o que está acontecendo no Galo calados? Sendo uma torcida civilizada que não pressiona o Clube como são os torcedores de outros times, apoiando dentro de campo, e não tendo contribuição dos mesmos.
Estamos cansados de ver o mesmo discurso pós jogo, “a culpa é nossa”, “erramos por falhas individuais”, “vacilamos no fim do jogo”, não queremos mais ouvir isso, exigimos melhoras. Condições pra isso, têm, afinal a Cidade do Galo foi eleita um dos melhores centros de treinamentos do país.
Tá na hora de parar e pensar no péssimo ano que fizeram até aqui, nas merdas e dar mais atenção ao Alvinegro. Cobramos quando precisa e queremos resultados. Temos seis dias na semana até a próxima partida, será que não dá pra melhorar nada até lá? Creio que sim, é só pegar forte, trabalhar que dá.
Cansamos, e vamos cobrar a partir de agora, pois se o foco é o Brasileirão, é inadmissível um time, com uma só competição, está tão mal. Queremos melhoras, comprometimento e resultados. Nós esperamos jogadores que honrem o manto alvinegro, como no nosso hino: “com muita raça e orgulho pra vencer”, e não é o que vemos. Vistam essa camisa como se fosse à vida de vocês, pois o que pra uns é trabalho, para outros significa muito, motivo de alegria, uma segunda pele.
Vamos Galo, somos fortes e vingadores. Foquem no objetivo e vamos buscar. Chega de erros tolos, os mesmos em todos os jogos. Concentração e raça, pois somos atleticanos e isso é uma vez até morrer.

6 de agosto de 2018

Atlético perde para Inter, em jogo paralisado por granizo, e apagão e deixa o G4

FOTO: GOOGLE IMAGENS



O jogo entre Atlético e Internacional na noite desta segunda feira não foi nada típico. O duelo, válido pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro, foi interrompido duas vezes no segundo tempo: uma em função de uma forte chuva de granizo; outra por conta de um apagão. Em campo, muita intensidade dos dois lados, conforme esperado. O resultado? Foi definido após uma lambança da zaga alvinegra. Desatenta, a defesa foi surpreendida por cobrança rápida que originou o gol de Edenílson. No fim, triunfo colorado por 1 a 0 num Independência lotado com mais de 22 mil torcedores.
Nada de se acuar no próprio campo. Apesar de visitante, o Internacional avançou as linhas e esboçou uma marcação alta nos primeiros minutos. Mas foi o Atlético que se impôs ofensivamente no começo. Matheus Galdezani, duas vezes, e Ricardo Oliveira, em bola dividida com um defensor colorado, ameaçaram a meta defendida por Marcelo Lomba.
Logo aos 8’, Leo Silva e William Pottker protagonizaram uma disputa de bola ríspida. O capitão alvinegro deu um carrinho; o atacante pulou e, na queda, raspou com a chuteira na orelha do adversário, que precisou jogar com uma touca de proteção o restante da partida. Após discussão no gramado, o jogador do Internacional deu entrevista e se desculpou pelo lance.
A intensidade dos donos da casa se manteve nos momentos seguintes, mas o Inter passou a conseguir evitar investidas mais promissoras do rival. Para quebrar a forte marcação, os jogadores de ataque do Atlético, em especial Chará e Ricardo Oliveira, não guardavam posição e apostavam em diagonais curtas em direção à área. Luan, por sua vez, se deslocava da direita para a parte central do campo. Mas não deu certo.
Quando tinha a bola, o Internacional tentava, sem sucesso, acionar Jonatan Álvez em velocidade, nas costas da zaga. A melhor chance colorada na etapa inicial, entretanto, foi quando o centroavante fez o papel de pivô e rolou para William Pottker chutar por cima, aos 35’.
Sob gélida e torrencial chuva, Atlético e Inter voltaram para o segundo tempo com a mesma intensidade que terminaram o primeiro. Mas não durou muito até que a partida tivesse a primeira grande interrupção da noite. Logo aos 7', o árbitro Jailson Macedo Freitas (BA) paralisou o jogo em função do granizo que caía aos montes na região do Independência.
Depois de dez minutos de chuva e festa da torcida do Atlético, a bola voltou a rolar. Por pouco tempo. Menos de dois minutos após o reinício da partida, nova paralisação, desta vez por conta de uma queda de energia geral no estádio. A segunda interrupção durou 13 minutos.
Na volta da partida, o gramado já não estava nas melhores condições. Por conta das poças d'água espalhadas por toda a extensão do campo - em especial pelo setor esquerdo do ataque alvinegro -, o jogo ficou aéreo em alguns momentos.
Atlético e Inter arriscavam bastante em chutes de fora da área, especialmente pelo fato de a bola estar molhada. Chará e Maidana levaram perigo nesse tipo de lance, mas pararam em Marcelo Lomba. Talvez por isso David Terans foi acionado por Larghi. O uruguaio é um dos melhores do elenco alvinegro nesse fundamento.
Após uma dividida de bola, Hulk, apelido de Carlos Gabriel, ficou caído. No reinício do jogo depois do atendimento, o Inter aproveitou bobeada e desatenção da zaga alvinegra para marcar. Edenílson foi lançado por Patrick, saiu na cara de Victor e não perdoou: 1 a 0.
O gol fez com que a ansiedade e a impaciência do torcedor do Atlético viesse à flor da pele. O técnico Thiago Larghi foi chamado de 'burro' por parte dos atleticanos que lotavam o Independência após não atender os pedidos pela entrada do equatoriano Cazares.
Depois do gol, a cera colorada, que já havia se intensificado na segunda etapa, aumentou ainda mais. O Atlético até esboçou uma pressão e tentou finalizações de longe. Luan, já nos acréscimos, saiu cara a cara com o goleiro, mas acertou a trave. E não foi suficiente.
Após o apito final, jogadores do Atlético deixaram o gramado sob gritos de "time sem vergonha". Larghi, mais uma vez, foi chamado de "burro". Os atletas do Inter, por outro lado, foram ovacionados pelos colorados que foram ao Horto.
Com a derrota, o Atlético perde a chance de terminar a rodada na terceira posição. E pior: deixa o G-4. O time alvinegro ocupa a 5ª posição, com 27 pontos, cinco a menos que o terceiro colocado Internacional.
O Atlético volta a campo às 11h deste domingo, no Independência, contra o Santos. Às 20h do dia seguinte, o Internacional visita o Fluminense, no Maracanã. As partidas valem pela 18ª rodada da Série A.

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