Uma História, uma só paixão

27 de agosto de 2012

Clássico volta à BH, com empate e o brilho de Ronaldinho

Arrancada do gol de R49 no segundo tempo. Foto: Superesportes
Cruzeiro e Atlético fizeram a volta do Superclássico a BH neste domingo, depois de dois anos e meio longe da capital por causa das obras no Mineirão. Sobraram emoção e polêmica. Transbordaram vontade, transpiração e garra, atributos dignos de um grande clássico mineiro. E se faltou um futebol de mais qualidade, valeu a genialidade de Ronaldinho Gaúcho, que fez um gol de placa e novamente mostrou que vem reencontrando o seu melhor futebol em Belo Horizonte.
O primeiro lance do jogo retratou a disposição com que o Cruzeiro entrou em campo. Fabinho tropeçou na bola, mas se jogou de cabeça no chão para tentar cortar a saída do Atlético-MG. Mas foi o Galo quem agrediu. O time alvinegro chegava pela direita e apostava nos cruzamentos. Jô era o alvo dentro da área e levava perigo nas bolas aéreas. Mesmo diante da torcida, o Cruzeiro se encolheu e apostou nos contra-ataques.
O Cruzeiro entrou em campo disposto a contra-atacar e saiu na frente com Wallyson. Mas no fim do primeiro tempo, a pressão alvinegra surtiu efeito. Após escanteio, o zagueiro Leonardo Silva pegou o rebote de uma dividida e acertou um chute no ângulo, deixando sua marca contra o ex-clube. No fim do jogo, em arrancada do meio-campo, Ronaldinho Gaúcho, em jogada individual, driblou três jogadores e tocou no canto de Fábio. O empate celeste veio com Mateus, que deixou tudo igual após cruzamento rasteiro no fim do embate.
Na parte final do jogo, o Galo voltou com uma postura mais ofensiva e o Cruzeiro apostando nos contra-ataques. Antes de qualquer lance de perigo no segundo tempo, uma “chuva” de objetos foi arremessada no gramado e o árbitro Nielson Dias teve que interromper o jogo. Bernard e Guerreiro que discutiram por causa de um dos objetos, levaram o segundo amarelo e foram expulsos.
Após sete minutos de interrupção, o jogo recomeçou, mas o nervosismo dos atletas foi o mesmo do início. O time celeste ameaçou aos 23 minutos, em chute de longa distância do garoto Lucas Silva. O Alvinegro chegou com Jô, mas a cabeçada foi para fora.
A situação ficou pior para o Atlético quando Pierre fez falta em Montillo e foi expulso. Mas o que parecia ser sinônimo de pressão azul, se converteu em virada atleticana. Ronaldinho Gaúcho driblou três jogadores do Cruzeiro e fez o gol do desempate: 2 a 1.
O Cruzeiro não se intimidou e pressionou no fim, com Montillo acertando a trave em uma cobrança de falta. A bola foi no ângulo, e por pouco o Cruzeiro não conseguiu o empate mais cedo. Mas aos 56 - já que o jogo ficou parado muito tempo, por causa dos objetos arremessados no gramado, além dos lances de expulsão - aconteceu o polêmico gol de empate. Após lance que teve origem com uma falta não marcada de Montillo em cima de Guilherme, o zagueiro Mateus, após receber passe do colega de defesa Thiago Carvalho, tocou para o gol e igualou tudo, para protestos dos jogadores alvinegros e delírio da torcida celeste, única presente ao Independência.
Na próxima rodada, o Atlético-MG receberá a Ponte Preta, quarta-feira, às 20h30m (de Brasília), no Independência. O Cruzeiro, por sua vez, encara o Atlético-GO, também na quarta, mas às 22h, no Serra Dourada, em Goiânia.
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Sobre o Autor:
Ana Paula Xavier

Ana Paula Xavier

Escritora do Galo Forever. Fanática pelo CAM. Adoro minha família e amigos. Personalidade forte.

Um comentário:

  1. O estranho que as Marias até agora comeora o empate...

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