Uma História, uma só paixão

13 de setembro de 2012

Galo de 71 para o Galo de 2012

 Fala Massa Atleticana!

 Como está no título, Galo de 71, onde vencemos pela primeira vez o Brasileiro e agora o Galo de 2012, que tem mostrado muito e que esperamos que venha mais um título...





 Claro, como sempre e não podemos esquecer, manter os pés no chão, já que tem muito a que rolar ainda, mas o Galo desse ano tem conseguido algo que a anos não vemos no Galo e nem no Brasil.
 No ano todo foram três derrotas, campeão invicto do Mineiro e agora no Brasileiro o segundo time com melhor desempenho no Brasileiro depois dos pontos corridos, perdendo só pelo Fluminense. Apesar de ter um jogo a menos, o Fluminense só tem uma derrota no Brasileiro e o Galo tem duas.

 Galo de 2012 que conta com um grande nome no futebol Mundial, que tem se encontrado de novo, Ronaldinho Gaúcho. Tem mostrado um bom futebol, fazendo o papel do "pensante", fazendo ótimos passes, boas jogadas e grandes arrancadas, o que não fazia desde o Milan.

 Uma arrancada a se lembrar foi no ultimo jogo contra o Cruzeiro que levou ao seu grande gol, que pra ele foi um dos mais bonitos da sua carreira.

 Galo tem também nesse ano uma grande revelação, o Bernard. Que tem mostrado um grande futebol e passando mais que uma promessa mas um cara que vem para ajudar ainda mais o nosso time, honrar essa camisa e levar o Galo pro Mundo. Agora com o contrato renovado até 2017. Uma grande sacada do Kalil.

 Além dos dois temos um grande time em geral, Marcos Rocha, que veio da base mas não teve tanta oportunidade no começo, por não ter apresentado o grande futebol da base, mas voltou para focar e fazer a sua história no seu time do coração. Temos o Victor, que vem do Grêmio, com statos de goleiro de seleção veio para acabar com a má fase de goleiro que tava ocorrendo no Galo. E grandes nomes como Guilherme, Escudero, Réver, Rafael Marques, Léo Silva, Junior Cesar, Pierre, Leandro Donizete, Leonardo, Jô, Danilinho... e muitos outros que com sua características tem acrescentado de mais ao time e essa força do grupo tem mostrado isso em campo... E podemos destacar uma grande amizade do grupo, que é também fundamental e mais uma coisa, a raça que é uma marca no time!



 Não podemos esquecer do André, que está emprestado ao Santos, mas que também tem a sua parte no time como está hoje...

 E parabenizar ao Cuca, a comissão técnica em geral e ao Presidente Kalil, pelo trabalho que eles tem feito esse ano e que a Massa tem reconhecido!

 Esse time é único, tem escrito as linhas na história do Galo, buscando aquela fotinha de Campeão Brasileiro 2012, o que grandes jogadores já fizeram no Galo e imortalizado seus nomes nesse grande time!



 Nomes como:  Renato; Humberto Monteiro, Grapete, Vantuir e Oldair (Cincunegui); Vanderlei Paiva e Humberto Ramos; Lôla (Spencer), Ronaldo, Tião (Romeu / Beto) e Dario. Técnico: Telê Santana.



Vamos aos personagens:

Os personagens:
Renato: primava pela segurança e pela regularidade. Renato quase nunca falhava, era elástico e foi um dos grandes responsáveis pela conquista do título brasileiro de 1971. Pegou tudo nas partidas finais e virou um dos maiores goleiros da história do clube.
Humberto Monteiro: como diria Vantuir, companheiro de Monteiro no Galo, “a gente passava um tijolo e ele arredondava!”. Monteiro tinha muita habilidade e dava um toque de classe à zaga do Galo naquela época. Exímio lateral-direito e fundamental para os canecos de 1970 e 1971.
Grapete: um dos grandes zagueiros da história do clube, xerife e extremamente identificado com a torcida atleticana. Compôs um paredão de respeito ao lado de Vantuir.
Vantuir: puro vigor físico, ótimo nas bolas altas e dono da área do Galo nos canecos do Estadual e do Brasileiro. Era outro xerife da zaga e se identificou demais com o clube. Disputou 507 partidas com a camisa alvinegra.
Oldair: era impecável na latera-esquerda, mas também podia atuar como um senhor volante. Oldair foi o capitão do Atlético na conquista do Brasileiro de 1971 e um dos líderes do time em campo. Ídolo, craque e querido eternamente pela torcida. Disputou 282 jogos pelo Galo.
Cincunegui: uruguaio pura raça, Cincunegui caiu nas graças da torcida logo em sua estreia, em 1968, quando parou o ponta do cruzeiro Natal, jogador que sempre causava estragos na zaga do Galo. Depois daquele jogo, o lateral-esquerdo virou ídolo e jogou muito no time alvinegro. Foram 194 jogos com a camisa alvinegra e os títulos do Estadual, em 1970, e do Brasileiro, em 1971.
Vanderlei Paiva: outro jogador muito regular e que fez brilhantes partidas no meio campo do Galo. Disputou 559 partidas e ainda marcou alguns gols (32). Jogou 10 anos no clube alvinegro.
Humberto Ramos: enquanto Vanderlei “carregava o piano”, Humberto Ramos construia diversas e lindas jogadas para Dario e companhia acabarem com as zagas rivais. Um dos grandes meio campistas do Galo na história.
Lôla: meia atacante muito rápido e habilidoso, Lôla marcava poucos gols, mas quando os fazia, eram verdadeiras obras de arte. Foi bem no Mineiro de 1970 e só não participou mais do Brasileiro de 1971 por ter fraturado a perna no decorrer da competição.
Spencer: meio campista, Spencer era homônimo do craque equatoriano que brilhou no Peñarol na década de 70, mas o Spencer do Galo era “pegador” e marcador de jogadores, não de gols como o ex-atacante. Jogou apenas de 1971 até 1973 no clube alvinegro, o bastante para participar da campanha do título Brasileiro de 1971.
Ronaldo: começou no Galo lá em 1964, mas só foi viver o auge no final da década, ajudando o Atlético a levantar os canecos do Estadual de 1970 e do Brasileiro de 1971. Atacante, Ronaldo marcou 66 gols em 270 partidas.
Tião: ponta-esquerda de muito talento, Tião chegou ao Galo em 1966 e não saiu mais do time, ajudando Dario a entupir as redes adversárias de gols e trabalhando jogadas com Humberto Ramos e Oldair.
Romeu: cria das bases do Atlético, Romeu participou do ataque atleticano nas campanhas do Mineiro de 1970 e do Brasileiro de 1971, dando bastanten velocidade à equipe.
Beto: ficou conhecido como “Beto bom de bola”, pela habilidade adquirida nos tempos de futebol de salão. Fez parte dos atacantes que ajudaram o Galo nos títulos de 1970 e 1971.
Dario: folclórico, dono de frases de efeito, simplesmente letal de cabeça e muito bom de bola. Dadá Maravilha só não fez chover no ataque do Atlético, onde marcou 211 gols em 290 jogos, se tornando o segundo maior artilheiro da história do clube, perdendo apenas para a lenda Reinaldo. Dadá era o típico centroavante matador, daqueles que guarda a bola dentro do gol em qualquer vacilo da zaga, como o próprio Dadá afirmou, à Revista Placar, em 2006: “fora da área eu era sofrível, mas dentro dela, incomparável”. É torcedor fanático do clube, ídolo incontestável da torcida e autor do gol mais importante do clube até hoje: o do título brasileiro de 1971. Um imortal do Atlético.


Telê Santana (Técnico): para um técnico que ganhou o apelido de “Mestre” é fácil entender porque Telê Santana é um mito dentro do Atlético. Foi ele o responsável por acabar com a hegemonia do Cruzeiro em Minas Gerais, por construir um time equilibrado e muito forte no jogo coletivo e por dar ao Galo seu título mais importante em mais de 100 anos de história, o Campeonato Brasileiro de 1971. Um ídolo eterno.




 Nada a comparar o time de 71 com o de 2012, mas sim destacar que duas histórias uma eternizada e outra que vem eternizando na história desse grande clube. Duas por merecer, fazendo nomes tornar ídolos de uma torcida Apaixonada.
 O que resta dizer é uma boa sorte a eles:

Victor, Renan Ribeiro, Giovanni, Réver, Leonardo Silva, Rafael Marques, Luiz Eduardo, Triguinho, Crlos Cesar, Marcos Rocha, Junior Cesar, Michel, Serginho, Felipe Soutto, Richarlyson, Bernard, Pierre, Leandro Donizete, Escudero, Leleu, Ronaldinho, Neto Berola, Guilherme, Danilinho, Jô, Paulo Henrique, Leonardo, Juninho. Ténico: Cuca

Vamos lá, a Massa está com vocês. Só peço uma coisa... Guarda um espaço para a Camisa 12.

#GaloSempre


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Sobre o Autor:
Rafael Reis

Rafael Reis

4 comentários:

  1. Cara! Show de mais esse texto... Parabéns ao Blog

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  2. Com certeza duas épocas para eternizar nessa historia do Galo

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  3. O andré e bosta e a msm coisa!

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