Uma História, uma só paixão

8 de abril de 2013

Galo goleia Boa e mantém caça ao líder

Foto: GoogleImagens

No Independência, o Galo fez mais uma vítima neste domingo. O Boa Esporte tentou, mas não resistiu e foi derrotado por 4 a 0, pela nona rodado do Campeonato Mineiro. Jô e Luan, ambos duas vezes, balançaram as redes. Foi a 13ª vitória seguida da temporada. Com o resultado, o Atlético segue a um ponto do líder Cruzeiro, restando duas rodadas para o término da primeira fase. Na próxima rodada vai a Poços de Caldas encarar a Caldense.
Sem quatro titulares – Ronaldinho Gaúcho e Réver convocados para a Seleção Brasileira, Diego Tardelli e Bernard lesionados –, o Atlético adotou novo esquema de jogo. Saiu o quarteto ofensivo, entrou o trio de volantes. Apesar da formação mais defensiva, em campo o Galo não deixou de ser agressivo, tendo Guilherme como organizador das jogadas.
Com o time sem criatividade e deixando cada vez mais espaços atrás, o Boa Esporte assustou em contragolpes armados por Carlos Magno. Em um deles, após passe para Betinho, o atacante invadiu a área e deixou com Marcelinho Paraíba. Ele escolheu o canto, Victor fez uma defesaça, e Gilberto Silva tirou quase sobre a linha.
Quando o time de Varginha era melhor, surgiu a ducha de água fria. Guilherme recebeu na direita, deu passe milimétrico para Jô, que tirou do alcance de Douglas para fazer 1 a 0. O gol fez o Atlético crescer na partida e não dar mais chances ao rival. Luan ainda teve tempo de mandar uma bola por cobertura que passou muito perto.
Na etapa final, depois de Jô finalizar em três lances seguidos e não marcar, o Atlético chegou ao segundo gol aos 13 minutos. Richarlyson chutou errado, a bola bateu no zagueiro e o goleiro espalmou. O lateral não desistiu e deixou de calcanhar para Luan bater e fazer 2 a 0.
Quatro minutos depois, o Galo ampliou. Luan recebeu novamente na área, cortou para o meio e mandou a bola no ângulo: 3 a 0.
A partir daí, o Boa Esporte não viu mais a cor da bola. O time da casa desperdiçou várias oportunidades, e até Pierre, o único entre os considerados titulares que ainda não marcou pelo clube, perdeu chance cristalina. Atuando como meia, Guilherme desfilou belo futebol, deu inúmeros passes açucarados para os companheiros, que por pouco não o ajudaram a ficar no lucro com a torcida. Mesmo assim, o camisa 9 teve o nome gritado em diversas oportunidades.
Mas, no fim, quem voltou a marcar foi o atacante Jô, outro que vive grande fase. Marcos Rocha, que vivia péssima tarde, chegou ao fundo e colocou na cabeça do atacante, que fez o quarto aos 40 minutos, para dar números finais a mais um triunfo do Galo no Independência.

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Sobre o Autor:
Ana Paula Xavier

Ana Paula Xavier

Escritora do Galo Forever. Fanática pelo CAM. Adoro minha família e amigos. Personalidade forte.

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