Uma História, uma só paixão

23 de julho de 2013

Mas que seja!


     Obrigada, Senhor. Obrigada, por ter nos feito chegar até aqui. Obrigada, por cada jogador entender o que é este momento. Obrigada, por fazer com que cada qual lá dentro se deixasse contaminar pelo amor do atleticano. Obrigada, pela MASSA se fazer presente em toda situação e em todo lugar.
     Você deve estar se perguntando o porquê de ter começado um texto agradecendo, não é verdade? Mas olhe para si mesmo, atleticano. O que tem feito desde o dia em que nasceu? Não tem rezado pelo GALO? Seja no rebaixamento, seja nos jogos da segunda divisão, seja nos quase títulos, seja nas goleadas, seja no “erro” da arbitragem... Responda-me, atleticano, você não vem rezando?
     Quantas vezes você já se pegou de joelhos, atleticano? Quantas vezes já rasgou sua carteirinha de sócio torcedor e em seguida a colou novamente? Quantas vezes já soltou palavrões e teve coragem de dizer que nunca mais amaria o Atlético? Anda, atleticano! Responda-me com sinceridade, quantas mesmo? Fala-me agora, atleticano, e isso deu certo? Quando foi que você deixou esse preto e branco de lado? Quando foi que você teve vergonha de vestir sua camisa? Obrigada! Era só isso que eu queria ouvir de você, atleticano. Suas respostas remoeram e chegaram ao mesmo resultado.
     Há um tempo, escrevi uma crônica pra este mesmo blog, relatando meu sonho com as estrelas que habitariam a camisa do GALO. E hoje, uma noite que antecede o grande dia, eu as vi novamente. Estavam lá, as três mais radiantes e belas que eu já vi. Atleticano, além de rezar desde quando nasceu você faz mais o que? Ah, isso mesmo, você tem visões sobre o Atlético. Pois bem, o trio pertencerá a nossa camisa preto e branca, certeza.

     
Nós já mandamos a amada pra China,  nos privamos do nosso pão de cada dia, cortamos nossa água, vivemos sem o feijão e agora a gente só quer que aconteça! Que seja pelo caminho iluminado como Drummond escreveu, mas que aconteça! Que seja pelas estrelas dos nossos atacantes, mas que aconteça! Que seja pela cabeça iluminada do nosso capitão, mas que aconteça! Nós pedimos Senhor, olhai por cada um de nós. Fazei com que aconteça, nós merecemos. Que o título seja nosso, porque nós vivemos do Clube Atlético Mineiro.
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Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

2 comentários:

  1. Que lindo,parece um texto psicografado do Roberto Drummond,não sei,mas só pesso que aconteça!!!!

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  2. Nossa! Que honra tocarem mais uma vez no nome do Roberto Drummond... Muito obrigada!

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