Uma História, uma só paixão

12 de outubro de 2013

A Padroeira do GALO


“Nunca achei justo te pedir nada a favor do Galo, mas por misericórdia, passa na frente desse gol, abre teu manto e nos proteja". É com o relato de uma atleticana que começa a crônica de hoje. O atleticano insiste em dizer que o GALO não é digno de tantas orações. Mas por que então você as faz? A resposta é provável, querendo ou não, o valor que damos a ele é incontestável.
Pelo GALO, até quem era ateu, virou cristão. A Libertadores é prova disso. Uma perna esquerda milagrosa. Uma luz (ou falta dela) no caminho. Um chute sobrenatural. Uma cabeçada extraordinária. Uma sede inexplicável. "Acho que depois dessa defesa do Victor, eu fiquei vacinado e pronto para qualquer outro milagre que acontecesse". Mais um relato, mais uma vez, milagre.
A nação atleticana sempre contou com seus fiéis (mesmo aqueles que insistem em dizer que não pedem). Eles estão lá. Ajoelhados, muitas vezes com um terço em mãos. Na verdade, alguns oram de pé. Outros, enquanto desmaiados. Outros ainda, pedem mesmo inconscientes. Mas sempre lá, firmes (de qualquer jeito). Cuca é exemplo disso. Jogadores representaram tudo dito ali em cima. Torcedores... Ah! Não é preciso dizer mais nada.
    Perdoem-me àqueles que não creem, mas Nossa Senhora Aparecida merece ser homenageada. A intercessora de toda a MASSA. Aquela que no fundo usa o preto e o branco. A mediadora. Como se não bastasse, hoje também é dias das crianças. Parabéns a todos nós, que pra entrar no reino dos céus, amamos feito elas. ObriGALO, por nos proporcionar tudo isso.




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Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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