Uma História, uma só paixão

2 de maio de 2014

Caímos de pé

Na noite de quinta feira, primeiro de maio de Dois mil e GALO mais um, após a desclassificação diante do Atlético Nacional de Medellín, o presidente Alexandre Kalil disse que ali, estaríamos dando início a mais uma história bonita do Atlético.

O motivo da afirmação veio com o futebol que há tempos a torcida atleticana não via. No fundo, todos tinham certeza que vitória não procederia, mas ninguém ficou em casa,  colocaram a camisa, encheram os pulmões de ar e o peito de raça e o Horto foi a primeira parada da Maior torcida de Minas Gerais.

Perdemos em termos de classificação, ganhamos em melhoria. A torcida aterrorizou como antes, os jogadores vibraram em sintonia com a força que vinha das arquibancadas, o Horto tremeu e tremeu mais uma vez por causa do GALO.

Por mais que desejássemos sermos donos da América novamente, não deu esse ano. Mas tudo bem, a nossa Glória está aí. Somos maiores que qualquer título, seja ele Estadual, Nacional, Mundial e outro que vierem a inventar.

É, meus caros, mesmo após o resultado ruim, o normal é que saiamos devidamente uniformizados de casa. Porque a MASSA põe a cara pra bater, mostra que as bandeiras nas arquibancadas não são sacudidas em vão, que o grito é autêntico, que a garra é veraz, que o nosso amor é real.

O impiedoso torna-se comum àqueles que tomam o amor como prioridade e o dá chances de renascer todos os dias. Assim, o atleticano está acostumado com as peças que os são pregadas por mais de um século, aí está o segredo da nossa imortalidade

Nós cuidamos para que o Atlético permaneça vivo, intacto ou não, mas que permaneça. Que exista e que seja vivido por cada um de nós. Não há vergonha, não há desmoralização. Perdas são normais e com elas, vem a responsabilidade, caráter e uma bagagem de conhecimento para que as falhas não aconteçam outra vez.

“Agora permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.”


Nós caímos de pé. O mal já passou. Daqui pra frente a história vai ser diferente, a MAIOR torcida de Minas será forte como sempre foi, e como no nosso hino, unificamos o nosso ideal, jogamos com muita raça e amor e vibraremos por toda a nossa eternidade com alegrias nas vitórias. Podem vir, já estamos prontos pra outra.

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Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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