Uma História, uma só paixão

30 de maio de 2014

Em nome de São Victor

O dia 30 de maio de Dois Mil e GALO  é o dia que o atleticano se lembrará para o resto da sua vida. O milagre foi operado diante de nossos olhos, o pé esquerdo se consagrou como a nossa maior arma de defesa. 

Era dia de jogo do GALO. O palco? O Horto! O adversário? O Tijuana.  Era dia de aterrorizar, mostraríamos aos visitantes que quem cai aqui, nunca sai intacto. Que a melhor figura que encontrariam, seria a morte. Vestidos a caráter, fomos pra guerra!  

O árbitro Patrício Polic também queria participar da festa e fez questão de honrar as máscaras de pânico que os atleticanos usavam. Marcou pênalti pro adversário nos minutos finais do segundo tempo.

O barulho ensurdecedor vindo daqueles fiéis atleticanos foi calado por um apito.

- Nós merecemos isso também?

Foram invocados todos os tipos de Santos, aquela bola não podia entrar. Mal sabia a torcida que quem olharia por nós, era aquele que estava por debaixo das nossas traves. Riascos partiu pra bola e no caminho ela encontrou o maior dos empecilhos: o pé esquerdo de Victor! 

Ali, se concretizava o processo de canonização. Guerreiros vestidos com duas únicas cores, presenciaram o surgimento de um ser sobrenatural: São Victor do GALO! 

Foram derramadas as mais sinceras lágrimas e no grito de vossa excelência Sr Presidente Alexandre Kalil, o nosso protetor foi idealizado o melhor goleiro do Brasil. Peço licença ao meu companheiro e acrescento: ele é o melhor  não só daqui, mas lá de cima também. Porque o Victor atua em dois lugares e naquela noite, como recompensa de um trabalho árduo, recebeu ajuda de um companheiro de equipe "lá de cima". 

O santo da minha nação calça chuteiras, usa luvas e a atende pelo nome de Victor Leandro Bagy. O responsável pela camisa de número 1 assegura o nosso destino. Com São Victor, nada é capaz de destruir o nosso sonho.

Hoje, trinta de maio de dois mil e quatorze, completa-se um ano daquele momento eternizado em nossa história.

Por favor, tragam minha bandeira, minha camisa, meu tropeiro, vamos comemorar! Porque aqui, além de sinônimo de raça, é sinônimo de milagre.

Feliz dia de  São Victor!


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Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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