Uma História, uma só paixão

4 de junho de 2014

O GALO DOIDO camisa 10!

Eleito duas vezes pela FIFA o melhor jogador do mundo em  2004 e 2005, melhor jogador da Copa das Confederações, dono do troféu Bola de Prata, Bola de Ouro, possuidor  legítimo do cargo de "professor de Lionel Messi" , ídolo de Neymar (e de qualquer outro jogador que se preze), reconhecido nacional e internacionalmente, dentuço de cabelos longos e de um "colé" único, o Galo Forever irá relembrar hoje, a vinda dele, o mestre, o gênio, o camisa 10, Ronaldinho Gaúcho!

O Atlético conheceu Ronaldinho e Ronaldinho conheceu o Atlético. Foi mútuo, ninguém queria ninguém, ninguém aceitava ninguém. Foi como aquele amor de jovens até então desconhecidos no estádio. Eles se olharam e com alguns segundos,  já estavam apaixonados. 

E como qualquer paixão que se preze há rejeição, com a torcida do Atlético não foi diferente. Dentre todas as equipes do Brasil, aí vai a porcentagem de quem queria ver o dentuço com a camisa do seu time: 


Mas a insistência de Vossa Excelência Sr Presidente Alexandre Kalil, proporcionou à nação atleticana, um dos maiores presentes da sua história. O cara é ignorante, mas não é burro, o filho de Elias tratou de colocar Ronaldinho Gaúcho pra atuar com a nossa camisa 49.

E quando chegou, teve gente que mal acreditou:


Com bom humor, o meia Bernard  relembra como foi o dia da chegada de Ronaldinho:

" - Quando vi helicópteros sobre o CT eu achei que tinha entrado algum ladrão aqui. Acordei naquela manhã e não vi televisão, não fiquei sabendo de nada (sobre a contratação). Foi uma situação diferente. Ninguém vê dois helicópteros em cima do CT, não é normal. Não só eu como todo mundo ficou surpreso."

Ronaldinho conquistou a MASSA com seus dribles mágicos, estrela radiante que habitava em sua chuteira e o pacto com o Santo das bolas paradas. Pronto! O meia não era um jogador qualquer, era, depois de Reinaldo, o maior jogador que a torcida atleticana já tinha visto jogar. O R49! 

E como toda história de amor, as vitórias vieram de imediato. O GALO e Ronaldinho tornaram-se um só e juntos, calaram o país.

Ele tornou-se um GALO legítimo: 


Tornaram-se exemplo:


Venceram o câncer:



Provocaram o rival: 


Tomaram a água:


E ganharam as Américas:


Não vi Pelé, mas vi Ronaldinho Gaúcho.  Ele veio procurar refúgio onde as pessoas dizem “uai” e encontrou. O preto e branco lhe caiu tão bem, que se tornou a sua primeira pele. Nós o acolhemos.

E quando forem contar para os seus filhos e netos, nunca diga que viu Ronaldinho Gaúcho do Barcelona, digam que viram o atleticano Ronaldinho Gaúcho, porque é assim que ele mesmo se aprovou. Parabéns, dentuço, são dois anos de GALO! Você é um dos nossos. Um imortal! 
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Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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