Uma História, uma só paixão

3 de outubro de 2014

O GALO tem que jogar como o melhor


Nelson Rodrigues sempre ressaltava que o futebol vive muito da bravura pessoal dos craques. Pois é, meu amigo, vocês devem estar se perguntando: - Onde foi parar a bravura do time do Atlético diante do Corinthians?

Cada um de nós já amou errado,  já odiou errado. Eu mesma já passei por isso. Quando o melhor do mundo pisou aqui, pedi a sua saída antes dele fazer a sua primeira partida. Meus olhos conseguiam enxergar apenas um mundo de dívidas, rebaixamento e discórdia. Estava tremendamente enganada. Aonde vou com essa história? Simples, mostrar que todos estamos sujeitos a terríveis desacertos. E agora, meu caro torcedor Corinthiano, vocês é que estão enganados em pensar que ganharão a segunda partida. 

O GALO jogou em território inimigo, e assim como fez na Libertadores de 2013, voltou pra casa com a missão de reverter uma vantagem de dois gols do adversário. O palco? Nosso salão de festas. O público presente? A MAIOR TORCIDA DE MINAS GERAIS. Vamos! É preciso que as vaias emudeçam. Se toda a nossa técnica e toda a nossa tática já tiverem sido estudadas por eles, a gente joga só com o coração.

Eu acredito na vitória, ou melhor, eu só acredito na vitória. O Atlético haverá de honrar os seus fiéis. Os fiéis haverão de honrar o Atlético. Todos descarregarão os pulmões repletos de ar num grito ensurdecedor de:  - AQUI É GALO! Pode vir dia 15, porque não existirá imprensa que corte as asas do mais louco de Minas. Não existirá vento que queira uma revanche. Não haverá quem vença o meu Clube Atlético Mineiro. 

Foto | Araceli Souza | Todos os direitos reservados. — em Estádio Magalhães Pinto ( Mineirão).
Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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