Uma História, uma só paixão

13 de novembro de 2014

Galo pratica “Caiu no Horto, tá morto” e larga na frente na decisão

FOTO: YURI EDMUNDO

Com mando de campo a seu favor, o Atlético não desperdiçou a chance no primeiro duelo da final da Copa do Brasil. Mostrando que a decisão do presidente Alexandre Kalil foi acertada, que levou o jogo para o Independência, a torcida transformou o Estádio num verdadeiro caldeirão. Com torcida única, o Galo aproveitou a ‘mística’ do Horto: "Caiu no Horto, tá morto!" e derrotou o Cruzeiro por 2 a 0, na noite desta quarta-feira. Luan abriu o marcador no primeiro tempo e Dátolo decretou a vitória ao ampliar o placar na etapa final, deixando o alvinegro com uma ‘asa’ na taça inédita.
Com a torcida toda a seu favor, o Atlético soube aproveitar muito bem o mand de campo para sair na frente logo no primeiro tempo. No começo os dois times se mostravam muitos nervosos e ansiosos ao tocar a bola. Tentando se impor, o Cruzeiro ocupou melhor os espaços no meio de campo, enquanto o time alvinegro encontrava dificuldades na marcação pelo setor de criação do arquirrival.
O Cruzeiro sofreu o gol logo aos 8 minutos. Jogada característica do Galo, a bola na aérea, Marcos Rocha chegou bem pela direita e cruzou para o Luan testar as redes do goleiro Fábio: 1 a 0. A torcida ficou em êxtase, inclusive as pessoas que formavam uma longa fila do lado de fora do Estádio.
O gol acalmou os ânimos do Atlético, que passou a apostar nos contra-ataques, mas faltava caprichar mais nos passes e nas finalizações. O rival adotou uma postura ofensiva, tentando sustentar o toque de bola, sem muito sucesso para conseguir penetrar no sistema defensivo alvinegro. Nas poucas chances que teve, parou em Victor, como em um chute de Moreno.
Empurrado pela torcida, aos 30 min, o Galo tentou esse apoio pressionando e buscando ampliar. Carlos procurava algumas arrancadas e Dátolo incomodou Fábio em chute no canto. Diego Tardelli e Éverton Ribeiro, os astros dos times, apareceram pouco e não foram muito efetivos durante o primeiro tempo, apesar de se movimentarem bastante.
O nervosismo era evidente nos dois times, e o segundo tempo começou como o primeiro. As equipes estavam muito afoitas e errando muitos passes. A bola parecia queimar nos pés dos jogadores. O jogo era de ataque e ataque. O arquirrival buscava o empate e o Galo focado na velocidade dos contragolpes. Isso, sem deixar de lado a preocupação de levar um gol.
E a MASSA explodiu, aos 13, no Horto. O Galo aproveitou bem, em outro lance conhecido e bem treinado do time. Na cobrança de lateral, Marcos Rocha mandou a ‘pepita’ para a área. Carlos ajeitou e Dátolo mandou um foguete de perna esquerda, sem chance para o goleiro cruzeirense: 2 a 0.
Logo após o gol, o técnico Marcelo Oliveira chamou Júlio Batista e colocou no lugar de Éverton. Mesmo assim, o meio-campista não entrou bem e a postura da equipe em nada mudou. Já pelo lado alvinegro, Levir teve que trocar Luan por Marion. A partir daí, o Galo começou a jogar com inteligência, valorizando a posse de bola e administrando bem a vantagem. Tardelli ainda teve chance de marcar o terceiro, e deixaria o Atlético em uma situação confortável. Porém, Fábio evitou o que seria a prévia de uma goleada. No fim, a festa da torcida no ‘caldeirão’ cada vez mais alvinegro.
Antes de voltarem a duelar na finalíssima, Atlético e Cruzeiro terão compromissos pelo Campeonato Brasileiro no fim de semana. O time celeste, líder isolado, encara o Santos, neste domingo, às 17h, na Vila Belmiro. Já o Galo retornará ao Independência diante do Figueirense, na mesma data, às 19h30.

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Sobre o Autor:
Ana Paula Xavier

Ana Paula Xavier

Escritora do Galo Forever. Fanática pelo CAM. Adoro minha família e amigos. Personalidade forte.

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