Uma História, uma só paixão

21 de novembro de 2014

Não adianta, Flamengo!

Amigos, eu poderia escrever sobre a Copa do Brasil, sobre toda a expectativa do dia vinte e seis, falar da preparação de cada um, da arrogância do lado de lá da lagoa, mas seria um tanto quanto previsível. A crônica de hoje, vai falar nada mais, nada menos que a vitória épica do Atlético em cima de um carioca que metido a vingativo, veio tentar voar no Horto.

É cada vez mais fundo o abismo que se cavou entre o poderoso das Alterosas e os demais times brasileiros. Aqui não tem nem técnica e nem tática estudada com élan, não tem irresponsabilidade de garotos, pelo contrário, o que se vê neles são miniaturas de Tardelli, Dátolo e Réver, postura de Ronaldinho Gaúcho e esguio de Victor.

Está todo mundo jogando como se fosse o último jogo da vida deles, como  se a chave pra entrar no paraíso, fosse o desempenho de cada um. 

Mas o que impressionou - talvez o restante do país, porque o atleticano já sentia que tudo iria dar certo - foi a chama acesa na chuteira dos alvinegros. O goleiro adversário foi uma muralha, mas nós conseguimos fazer quatro gols. "Como Paulo Victor foi uma muralha se o GALO goleou?" - Simples, sem ele seriam nove. Talvez, se fosse apenas Victor, ele tinha operado algum milagre. Mas não, era Paulo Victor, o nome trouxe azar.

Pra falar a verdade, eu não acredito nessa coisa de azar, foi tudo questão de merecimento. O atleticano queria ficar duas vezes maluco como o Luan, metralhar como o Tardelli e intensificar a esperança como o Dodô. Foi simples, foi no Caldeirão, foi GALO, foi morte na certa!

ALÔ, TORCIDA DO FLAMENGO, AQUELE ABRAÇO!

 
Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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