Uma História, uma só paixão

5 de dezembro de 2014

Papai Kalil

Dizem por aí que no Atlético você entra funcionário e sai torcedor. Bom, estavam certos! Mas esqueceram de mencionar que Kalil já entrou torcedor e saiu membro digníssimo da família. O filho de Elias recebeu o GALO - dessa vez em suas mãos - em 2008. Foram anos de logística, de terapias e de organizações para nos tirar do vermelho, mas ele tirou.

Kalil abraçou o Atlético como se fosse o menor dos filhos e precisasse ser defendido. Punia-o como se só pudesse crescer da pior forma. Em 2010, ele sugeriu à torcida que desse um "cacete" em jogadores baladeiros. É, meu amigo, com o amor dos outros, a gente não brinca.

O filho único pode ser amado e protegido pelo pai, mas chega um momento em que ele tem que sofrer. Em algum momento as coisas tinham que dar errado! E deram. Foi logo contra aqueles que não sei se posso chamar de rival. Mas ali nasceu as nossas esperanças, no fim de tudo, ressurgiu o Atlético. Diante do vexame, nós nunca mais abaixaríamos a crista.



O ignorante que não era burro,  além de manter e apostar em jogadores importantes como Bernard, no dia 4 de junho de 2012, surpreendeu o Brasil ao anunciar a contratação de nada mais, nada menos que Ronaldinho Gaúcho, o melhor do mundo!


Com elenco forte e um futebol de dar gosto, Kalil fez o Brasil se encantar com o Atlético e quase conseguiu o Brasileiro de 2012. Mas o ano seguinte, 2013, não viria a deixar a imensa torcida do GALO infeliz. O GALO bicou e bicou tão bonito, que conquistou a América. Com direito a Santo, a manha de Ronaldinho e o nosso presidente se emocionando.

- Ela é mais gostosa que mulher - escreveu Kalil no Twitter sobre a taça da mais nova conquista.

E como o Atlético é uma entidade venerada por milhões de gerações em gerações, Alexandre ainda dedicou o título ao pai.

Depois, ainda vieram Recopa e Copa do Brasil:



Bom, papai Kalil, a você, meu muito obrigada. Valeu por fazer do Atlético o seu amor, por nos proporcionar momentos marcantes que serão eternos em nossos corações.

Não foi mole nos tirar da situação em que estávamos! Valeu por existir. Obrigada pela cereja do bolo, pela Libertadores, Copa do Brasil, futebol alucinante de 2012/2013 que nunca me esquecerei, pelo copo d"água, pela camisa rosa, pelo "PUTA QUE PARIU, É O MELHOR GOLEIRO DO BRASIL!", por trazer o melhor jogador do mundo, por todos os processos, as aventuras e o apoio. Pode ter certeza, seu pai tem muito orgulho de você!


Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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