Uma História, uma só paixão

27 de fevereiro de 2015

Reage, GALO!

Amigos, já faz tempo que o coração atleticano não passa por terríveis situações. Digo, situações nas quais perdíamos em casa, nosso Santo parava de operar milagres e víamos um time apático em campo. Desde 2012, o atleticano viveu o verdadeiro Atlético.

Em junho, com a chegada de Ronaldinho Gaúcho, os atletas saíam de campo ainda com o sangue nos lábios. Era como se tivessem degustado cada pedacinho da bola! Nos olhos, habitava-se um brilho intenso e desesperado, era luz de quem trilhava seu próprio caminho, claridade de quem atravessava o meio campo com confiança, agilidade de quem entregava a redonda nos pés de quem sabia fazer. E no peito? Ah! Era peitoxpeito. Era tipo briga de GALO, sabe? Era o Clube Atlético Mineiro, o verdadeiro GALO de Minas Gerais. 

Esse Atlético namorou muito tempo com a sua torcida, era Mineiro pra cá, Libertadores pra lá, Copa do Brasil acolá, choro de ídolo de um lado, perna esquerda do outro, torcedor enlouquecido, treinador fiel a Nossa Senhora, zagueiro fazendo gol de cabeça... Tudo! Tudo acontecia em prol do Glorioso das Alterosas.

Porém, o tempo passou. Nem tudo é como antes, algumas lesões chegaram, enquanto alguns protagonistas iam embora. Como se fossem inimigos, sabe? Ou atitude e consequência, como quiserem. Só sei que alguns estúpidos problemas reapareceram.

Há a angústia da dúvida. E há a angústia inversa da certeza. Onde foi parar o Atlético? Por que é que não jogam como antes? Quantos quilos pesa o manto alvinegro? Chegou a hora do sofrimento sem retribuição? Tivemos muitas alegrias durante um tempo e agora temos que pagar por elas? Quando voltaremos a vencer? E o nosso ideal?

Os atleticanos tem recursos que só eles sabem usar. O Atlético não morreu, muito pelo contrário, ele está vivíssimo. Mas do que ele precisa então, pra poder voltar? Respondo-lhes: garra! É mole desejar lutar, difícil mesmo, é calçar essa chuteira e entrar focado, não é? Olhe pra essa arquibancada, meu caro e digníssimo jogador atleticano. Repare nos traços dessa gente que só quer uma vitória do GALO! 

Não há como não sentir saudades de 2012/2013, mas chegou a hora de seguir adiante. Lutaremos apenas com aquilo que temos. Somaremos pontos e lágrimas, apenas com aquilo que temos. Seremos CAMpeões e vibraremos, apenas com aquilo que temos. Sabe por quê? Porque atleticano, o nosso único troféu maior, foi, é e será a torcida do GALO. Foram-se ídolos, mas aqueles loucos das arquibancadas continuam lá. Portanto, meu glorioso Clube Atlético Mineiro, jogai por nós! Faça essa torcida feliz! Canta, GALO! 

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Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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