Uma História, uma só paixão

1 de março de 2015

A Massa é a elite SIM...

Chega do “complexo de vira- lata” que outrora fazia parte das vidas atleticanas. Em que pese exauridas tentativas de convencermo-nos do contrário, afirmo que a gigantesca torcida do Clube Atlético Mineiro é sim a elite do futebol nacional.
Quando leio textos escritos por pseudos- atleticanos sinto uma enorme ânsia de vômito. Os babacas futebolísticos, aqueles que fazem de suas pseudos- paixões um comércio rentável, nada mais querem além de que seus livros sejam vendidos, seus programas sejam assistidos e seus textos (escritos em jornais comerciais) sejam lidos. Desejam que pensemos como eles querem, desejam que falemos como eles querem e que torçamos da forma que os agrada, pois quanto maior for o poder de manipulação exercido sobre nós, mais os produtos de seus patrocinadores nos serão vendidos.
O nosso #Galo não é comércio, é paixão. Ser atleticano é um modo de vida, e não uma profissão. Existem grandes jornalistas atleticanos, que falam lindamente sobre Galo em seus respectivos trabalhos.   O mesmo se aplica aos narradores, poetas, comentaristas e vários outros profissionais, pessoas que têm meu respeito admiração. Contudo, existem outras pessoas que fazem do #Galo, o “ganha- pão”, pessoas que necessitam do #Galo para garantir o faturamento no final do mês. Pessoas que nada mais fazem da vida, além de tirar proveito da paixão da Massa para vender seus produtos.
Falando nisso, o meu texto dessa semana, o qual eu não ganhei nada para escrever, é resposta ao último texto publicado no Jornal Estado de Minas por um destes “torcedores” que ficaram ricos apenas gritando Galo! Leiam, mas não esperem o quê de profissional existente no texto original:
Você que grita “bicha” no tiro de meta: sua atitude enaltece e engrandece o espírito atleticano, pois mostra a sintonia desta torcida que mesmo sem nenhum ensaio é capaz de gritar no mesmo ritmo e tom a fim de atrapalhar o adversário e ajudar o seu time.
O grito de “Ohooooo Biiicha!” não é atitude preconceituosa, pensa assim quem vive com o preconceito camuflado dentro de si. O grito em questão, ecoado da torcida quando o goleiro adversário vai bater o tiro de meta, nada mais é que uma tentativa de desconcentra-lo do jogo e induzi-lo ao erro.
É certo que o inconformismo seletivo, aquele que gera revolta por conveniência, é conhecido como hipocrisia. Por que não se revoltar com o termo umbilicalmente ligado aos torcedores do nosso principal rival? Revoltam-se com o “Bicha”, mas chama o rival de “Maria”. Isso me dá náusea, hipócritas!
O torcedor verdadeiro do #Galo não precisa de photoshop para esconder as fotos históricas do time. O verdadeiro e apaixonado torcedor do Galo se orgulha do Horto, com o escudo do América e tudo, se orgulha de lá ter sido sua casa e de ter sido lá o fator preponderante dos maiores títulos de sua história. Modinha é quem pensa o contrário.
Você que vaiou o Emerson Conceição durante o jogo contra o América: parabéns! Quando não gostamos das atitudes de alguém, temos que demonstrar para que a pessoa não tenha a errônea impressão de que tá tudo certo. E mais: jogador que não aguenta pressão não merece jogar no glorioso Clube Atlético Mineiro.
Errados foram os que aplaudiram Maicosuel no jogo contra o Atlas, errados são os que não atrapalham o goleiro adversário quando cobra o tiro de meta (“Ohooooo Biiicha!”), errados são os que se aproveitaram de quando o Galo ganhou a Libertadores para lançar livros e vende-los a preços exorbitantes.
Portanto, não sejamos viúvas da época das “vacas magras”, de quando o Galo era humilhado, ignorado e rebaixado. A época agora é outra. Somos respeitados por todos quando o assunto é Independência e por isso devemos ter orgulho de lá. Vamos nos preocupar menos em usar a paixão atleticana para proveito próprio e nos preocupar mais em gritar “bicha” para desconcentrar o goleiro do outro time, em vaiar jogador quando este não estiver honrando a nossa segunda pele, em xingar a mãe do juiz quando ele estiver nos roubando e em chamar cruzeirense de “maria” só por zoação mesmo. Vamos nos preocupar em sermos cada vez mais a elite do futebol, em sermos cada vez mais ATLETICANOS!

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Sobre o Autor:
Wagner Marques

Wagner Marques

3 comentários:

  1. Na boa??? Esse texto, pra mim, pareceu meio que Macaco senta no rabo pra falar do rabo dos outros. Me pareceu que vc se aproveitou dos poucos que discordaram do texto do Fred para escrever esse texto e promover seu blog (lembrando q os textos do Fred tbm podem ser lidos gratuitamente via Net).
    Hora nenhuma o Fred disse q não pode vaiar, só disse q vaiar durante o jogo desestabiliza todo time.
    Eu não consigo entender tanto rancor por alguém que eleva o nome da Massa por onde passa a não ser por inveja ou por algum cunho político (como vi mtos no Face).
    Deixa o cara ganhar PARTE do dinheiro dele com o Galo, compra quem quer. Vem dizer q se alguém quiser patrocinar seu blog, não aceitaria??? Não seja vc agora o hipócrita.
    Positivo do seu texto é q tbm não acho q i grito de Bicha seja de cunho homofóbico, apesar de achar q já deu tbm.

    Saudações AlviNegras.

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    Respostas
    1. Tineco, o texto apenas expressa minha opinião. O blog não é meu e tenho minha profissão, não preciso do Galo para tirar meu sustento. Escrevo por prazer, torço por paixão, nunca por dinheiro. Obrigado pelo comentário, contribui para discussão! #GaloSempre

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  2. Imagina! Milhões e milhões de atleticanos espalhados mundo afora... Por mais que uma orquestra sinfônica seja afinada, quem toca violino não toca trompa. Por isso estou com Fernando Pessoa: “Quanto mais diferente de mim alguém é, mais real me parece, porque menos depende da minha subjetividade” www.euvistoacamisadogalo.com.br

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