Uma História, uma só paixão

21 de março de 2015

Uma vez até morrer!

Amigo, hoje é dia de falar do cara que fez daquelas pessoas que se achavam vira-latas, líderes da América. Uma carreira repleta de gols e de dribles mágicos, o dono de uma genialidade incrível, aquele que se uniu de uma forma inexplicável ao Atlético: Ronaldinho Galúcho! Desculpe-me, Ronaldinho Gaúcho!

O atleticano mal podia desconfiar que 04 de junho de 2012 seria o recomeço. Depois de ser rejeitado pela maioria dos Clubes Brasileiros da série A, Ronaldinho chegou ao GALO! Nosso pequeno grande garoto Bernard achou até que havia entrado ladrões no CT, por causa dos helicópteros que ali sobrevoavam. Quando soube da notícia do ídolo, não eram só suas pernas que tinham alegria, seus olhos também.

Aliás, meu caro torcedor atleticano, peço desculpas novamente ao craque. Minha opinião sobre ele era lamentável, confesso. Mas foi a partir do momento que ele pegou na bola pela primeira vez que toda a minha confiança voltou: - Caramba! Ronaldinho Gaúcho no GALO! Ele não existe! Isso está mesmo acontecendo?

No campo, aquela humildade de quem já foi pisado e ignorado várias vezes, misturava-se ao suor da torcida do GALO. Ambos, desacreditados pelo resto do mundo. Foi ali, diante de todos aqueles que contestavam, que Ronaldinho e o Atlético, abraçavam-se como velhos amigos. Um, o renegado. O outro? Ah! Renegado também. Juntos? A união mais bonita que mostraria a quem quer que fosse que eles haviam nascido um para o outro.

O dentuço enlouqueceu quando a MASSA ecoou alto o seu canto. A gente gritava de cá, ele jogava de lá. Ele precisava da nossa ajuda, nós o ajudávamos. Necessitávamos do seu futebol e ele retribuiu com amor. Um laço tão bonito e eterno: - Eles me abraçaram, agora eu vou com eles até o final.

Você tem um "mineirês" tão lindo que não me resta dúvidas que sua entidade maior é o Clube Atlético Mineiro. Você é tão parecido com o Gigante das Alterosas, que até renascer juntos, vocês renasceram. Quando fomos fundados, Deus designou que mais de 70 anos depois, nascesse alguém que nos faria feliz, que precisasse de nós e que se chamaria Ronaldo de Assis Moreira.

Ronaldinho, eu nunca vi e nem vou ver, alguém jogar feito você. R49 você só foi uma vez na vida. Aliás, é. Porque você é um imortal, é um dos nossos. É atleticano. Um gênio que experimentou cantar “Nós somos...” e o coração mandou um “do Clube Atlético Mineiro”. Parabéns, ídolo! 

Sobre o Autor:
Thaís de Lima

Thaís de Lima

Portadora de sangue preto e branco.

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